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sexta-feira, 26 de março de 2010

Mas isto está tudo maluco ou quê?!

in DN, 26.Março.2010

Estudo: Alunos só se sentem seguros se tiverem armas

por ANA BELA FERREIRA

Estudo: Alunos só se sentem seguros se tiverem armas

Trabalho patrocinado pela OMS mostra que estudantes que usam X-actos e canivetes nunca têm medo.


Na escola E B 2, 3 de Vialonga, é comum professores, alunos e famílias sentarem-se à mesa para um almoço de turma. Para aproximar os pais da escola, responsabilizando-os pelo sucesso dos filhos, foi ainda criado o gabinete de apoio onde são acompanhados problemas sociais. Já que este tipo de problemáticas se reflecte no aumento de violência nas escolas, indica um estudo patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


O mesmo estudo, a que DN teve acesso, refere que os alunos violentos que usam armas (x-actos e navalhas) na escolas portuguesas são os que se sentem mais seguros. A violência entre alunos afecta 80% das escolas analisadas.

(para lerem o resto da notícia, vão aqui)


COMENTÁRIO:

* Mas parece que anda tudo maluco!

* É isso mesmo: Dêem ideias aos nossos alunos. Pistolas, facas… Serão o antídoto perfeito para o "bullying"!

* Já só faltam detectores de metais à entrada das escolas! Como na América!

* Quem sabe, depois do Big Brother ter chegado às escolas, com aquela video vigilância toda modernaça, quem sabe o novo passo serão os detectores de metais!

* E termino como comecei: será que está tudo doido? Ou serei eu que já estou velho para isto?


domingo, 21 de março de 2010

Uma já cá canta!


Que bela maneira de terminar o fim-de-semana!!!

in http://www.maisfutebol.iol.pt

Luís Filipe Vieira: «É o princípio de que algo está a mudar»

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, depois da vitória sobre o F.C. Porto (3-0), no Estádio do Algarve, na final da Taça da Liga:

«Foi uma organização fantástica, foi tudo preparado ao pormenor, deixem-me dar os parabéns à Liga, foi um extraordinário espectáculo. Quero dedicar esta vitória a todos os adeptos e sócios do Benfica espalhados pelo Mundo fora, porque bem merecem. Estou com uma grande felicidade. É o princípio, se calhar, de que algo está a mudar, é para isso que estamos a trabalhar. Pensamos em nós próprios, queremos ser mais fortes. É isso que queremos fazer, domingo a domingo, jogo a jogo, respeitando os adversários, temos de pensar sempre que somos melhores do que os outros. Vamos continuar com a certeza de que a estrada que estamos a percorrer já está perto do fim».


Bruno Alves: a suprema humilhação

As imagens mostram tudo

Mais do que as palavras, valem as imagens que o país inteiro acompanhou em directo. Ora por isso este desce é curto, serve apenas para assinalar a noite desequilibrada de Bruno Alves.

A humilhação suprema do campeão esteve naquele total descontrolo emocional. Mais do que na pesada derrota, aliás.

Percebeu-se nesse instante a incapacidade para contornar a superioridade adversária. O que sobrou foi penoso: perante um adversário que jogava à bola, cresciam patadas, cotoveladas e pontapés, embrulhadas em desespero.

Confrangedor, sem dúvida.



Só foi pena os IMBECIS do costume:



sábado, 28 de novembro de 2009

Solução Anti-Hooligans...


Hoje é dia de jogo grande: Sporting-Benfica!

No momento em que escrevo falta pouco mais de uma hora para começar o jogo, já se registaram desacatos. De parte a parte, valha a verdade.

Como cidadão que gosta de ver o futebol ao vivo, e que gosta de assistir acompanhado da família, é com grande apreensão que vejo aquelas moles humanas, assustadoras, aterrorizando tudo e todos. As claques dos clubes de futebol são dispensáveis ao fenómeno.


Repito: dispensáveis!

É triste ver aqueles grupos de criaturas ululantes, em grupo, a serem conduzidos por cordões de polícias, tal e qual se leva um rebanho de ovelhas ou de outros animais quaisquer. Porque é disso que se trata: animais descontrolados, espumando raiva por todos os poros!

E até proponho uma sugestão, que ofereço, de bom grado, à Liga de Clubes ou à Federação Portuguesa de Futebol, quiçá à FIFA:

Antes destes jogos ditos grandes (e outros considerados mais susceptíveis de criar confusão), por que não perguntar a esses grupos quantos queriam avançar? Digamos que o clube que tivesse menos (digamos, 500), avançaria com essas tropas. Do outro clube avançaria o mesmo número de interessados e seriam conduzidos a um redondel, ou jaula, ou recinto, onde poderiam fazer aquilo que desejassem ou tivessem vontade: trocar argumentos, discutir a filosofia cartesiana, ou, simplesmente, trocar canticos de apoio ao seu clube? Ou jogar à batalha naval? No final, verificava-se quantos sobravam de pé, que poderiam assistir ao jogo, calmamente.

Quem quiser a ideia, dispenso os direitos de autor.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Olha se a moda pega...

Fiquei estarrecido!

Faz-me lembrar aquela definição do que é a notícia:

é quando o homem morde o cão, nunca quando o cão morde o homem!

Por isso fiquei de boca à banda quando, hoje, dei com esta notícia no Sol que...

Bem, leiam e comentem!
Fonte: Google Images

«Tribunal condenou ex-aluno pelo crime
de injúria agravada a professor


O Tribunal de Vila Verde condenou um ex-aluno da Escola Secundária local pelo crime de injúria agravada a um professor ao pagamento de 300 euros de multa e de 500 euros de indemnização, disse hoje fonte judicial

A fonte adiantou à Lusa que, na sentença, agora transitada em julgado, o tribunal deu como provado que em Junho de 2006, João N., agora com 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática - nomeadamente dois adjectivos, considerados popularmente como «palavrões» - por ter sido chamado a atenção quando brincava com o telemóvel na sala de aula.

O docente, segundo a sentença, «havia, repetidamente, chamado a atenção do aluno - do 10.º ano de escolaridade - que brincava constantemente com o telemóvel e não realizava os exercícios que lhe eram apresentados».

«O arguido ignorou as várias advertências que lhe foram apresentadas até que, ao ser mais uma vez, chamado à atenção pelo seu comportamento indevido, se levantou, arrumou o material escolar na mochila e abriu a porta da sala insultando o professor antes de sair da aula», refere o juiz que julgou o caso.

A condenação do ex-aluno foi baseada, entre outros factores, no depoimento de três ex-colegas de turma.

O tribunal concluiu que, ao proferir expressões insultuosas, «o arguido lesou a honra e consideração» devidas ao professor, tendo agido com dolo directo, ou seja, com vontade de o ofender.

Contactado pela Lusa, o queixoso - que solicitou anonimato - disse que apenas recorreu aos tribunais porque o aluno não lhe quis pedir desculpas pelo seu comportamento incorrecto, apesar de lhe ter dado oportunidade para o fazer.

Acresce que, acentuou, depois de ter decidido castigar o aluno com dois dias de suspensão, o Conselho Executivo da Escola anulou a pena, argumentando que o professor tinha deixado passar 12 dias antes de apresentar queixa, o que viola os regulamentos.

«Deixei passar alguns dias porque dei tempo ao aluno para reflectir e pedir desculpa, e, depois, porque tive um funeral de família», afirmou, frisando que pensou também que o Conselho Executivo iria agir autonomamente por, entretanto, ter tomado conhecimento do facto.

Lusa/SOL

Só para terminar.

Gosto, particularmente da parte que reza assim:

«Acresce que, acentuou, depois de ter decidido castigar o aluno com dois dias de suspensão, o Conselho Executivo da Escola anulou a pena, argumentando que o professor tinha deixado passar 12 dias antes de apresentar queixa, o que viola os regulamentos.»

Onde é que eu já vi isto?!

Mas afinal que sei eu? Sou apenas um papagaio. E daltónico!