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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

...e a Milú não nos disse Adeus!!!

Mais uma vez, obrigado ao Antero!

Novos ares sopram da 5 de Outubro!

Afinal ainda há esperança! Tem o nome de Isabel Alçada (e embora cada ministro seja uma melancia, nunca se sabe o que está lá dentro), parece-me que vamos deixar de ver prepotência e autoritarismo no diálogo com a classe docente. Parece-me...

Espero que estes anos de intoxicação da opinião pública tenham um final e que a excelentíssima senhora doutora Maria de Lurdes Rodrigues, mais os seus «sidekicks» Pedreira, Lemos e outros, peguem na sua excelentíssima tralha e que vão pregar para outra freguesia.

Esse é o meu desejo e, creio eu, de cerca de 150 mil professores do nosso país.

Quanto ao que vem aí, continuo a dizer que é uma grande incógnita. Mas uma coisa temos a favor: Isabel Alçada foi professora do básico e secundário, esteve no terreno, conhece o que é a escola portuguesa e não é uma seguidista do eduquês.


Conheci Isabel Alçada de duas visitas que fez à minha escola, em acções de promoção da leitura e dos seus livros da colecção «Uma Aventura», em companhia da sua colega de escrita Ana Maria Magalhães. Claro que a impressão que tive dela foi ligeira, mas pareceu-me uma pessoa de diálogo fácil. Assim espero que seja na sua nova função.

E desejo, muito sinceramente, que esta não seja... «Uma Aventura na 5 de Outubro»!
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FINALMENTE!!!!!

sábado, 17 de outubro de 2009

Aí, valente!


O Liceu Camões comemorou a bonita idade de 100 anos, com direito a celebração especial, com Presidente, Milú e outros, de sangue azul e outras cores.

A notícia do Público surpreende. Ou talvez não, uma vez que a juventude começa a abrir a pestana para as malfeitorias que alguns governantes insistem em perpetuar, sempre em nome do Futuro!

Aluno acusa ministra de
"tirar credibilidade à democracia"
16.10.2009 - 21h28 Lusa
O representante dos alunos do Liceu Camões destacou-se hoje durante as comemorações dos 100 anos da escola ao tecer duras críticas à política educativa, acusando a ministra da Educação de “tirar credibilidade à democracia”.

Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos.

Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os “entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação” e “a linha de orientação errada que a Educação tomou”, acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida.

“O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola”, sublinhou.

Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como “os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito”.

Outro exemplo daquilo que considerou “um dos maiores ataques à democracia” é o novo modelo de gestão das escolas, que “tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola”.

“Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno”, sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência.

Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, “foi a atitude do ministério”.

“Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas”, sustentou.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Afinal, a nossa Ministra não anda a dormir!!!

Aleluia, aleluia, aleluia!!!

Finalmente, todo o Governo começou a ver a LUZ!
Esta é fresquinha, do , como podem ver aqui:


«Governo reconhece problemas de comunicação com os professores

A ministra da Educação admitiu hoje que existiram problemas de comunicação entre Governo e professores nos últimos quatro anos, como considerou José Sócrates terça-feira, mas garantiu que não viu nas declarações do primeiro-ministro uma crítica ao seu trabalho.

Em declarações aos jornalistas na Escola Secundária de Albufeira, onde hoje fez o balanço da aplicação do Plano Tecnológico da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues acrescentou que, pessoalmente, aprendeu «muito» com o processo da reforma da carreira docente e de negociação com os sindicatos dos professores.

Segundo a ministra, e apesar dos problemas de comunicação que houve entre Governo e professores, a sua preocupação sempre foi prosseguir com a reforma do sector.

O secretário-geral do PS e primeiro-ministro afirmou terça-feira à noite, em entrevista à RTP, que, se voltar a formar Governo, tudo fará para restaurar uma relação «delicada» e «atenta» com os professores, reconhecendo falhas na forma como lidou com este sector.

Sobre as razões do mau relacionamento entre executivo e docentes, Sócrates admitiu que, da parte do Governo, «talvez não tivesse havido suficiente delicadeza no tratamento com os professores».

«Porventura falhámos aí nessa forma de nos explicarmos. Deixar criar a ideia de que nós fizemos isso contra os professores é tão infantil, nunca esteve no nosso espírito. Se isso aconteceu, farei tudo o que estiver ao meu alcance para corrigir isso»
, disse.

Ainda neste capítulo da relação entre professores e Governo, Sócrates admitiu que a sua personalidade tenha contribuído, igualmente, para o ambiente de crispação.

«Não posso pôr isso de parte, mas não gostaria que isso acontecesse. Estou muito disponível para restaurar uma relação delicada e atenta a todos os problemas dos professores»
, frisou.

No entanto, segundo Sócrates, «os professores também têm de olhar para o que o Governo fez».

«Todas as medidas que tomámos foi em benefício do sistema público de ensino»
, disse, dando como exemplos o executivo ter colocado professores por quatro anos, investido na requalificação das escolas secundárias e encerrado escolas com menos de dez alunos.

Lusa / SOL


MAS SERÁ QUE ESTA GENTE PENSA QUE ANDAMOS A DORMIR, OU QUÊ?!!!

Para terminar, retiro esta frase da notícia:

(...)segundo Sócrates, «os professores também têm de olhar para o que o Governo fez».

E o Papagaio até acrescenta:

-Não se preocupe, Senhor Primeiro-Ministro, os Professores vão olhar para aquilo que Vª Exª e o seu digníssimo Governo fizeram. Lá mais para o final do mês, falaremos!
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sábado, 25 de julho de 2009

Mas o Homem não se enxerga?!


Mirror, mirror, on the wall,

Who is the fairest of them all?

(Irmãos Grimm, Branca de Neve)

(Espelho meu, espelho meu / Existe alguém mais belo do que eu?)

Agora até o Obama tem alguma coisa a aprender com a famigerada Reforma da Educação...

Francamente!

E já agora, visto que lá fora são mais populares e reconhecem tanto o Magnífico Trabalho De Sua Eminência D. Socrates Mais A Sua Companheira D. Maria Milu no que diz respeito às escolas de Portugal, a minha proposta é solicitar a todos os professores do nosso País para se quotizarem e comprarem dois bilhetinhos de ida (pode ser 1ª classe e de avião, que eu não me importo) para estas duas criaturas para... digamos, a Patagónia, pois ouvi dizer que as escolas de pinguins andam uma miséria! Passam o dia todo a brincar às freiras!

Depois de ver um cão a andar de bicicleta, já nada me admira!

E ainda nem começou a «silly season»...




terça-feira, 21 de julho de 2009

As melhoras, Senhora Ministra!

Fonte: Sol


Audição de Maria de Lurdes Rodrigues adiada sem data devido a «indisposição» da ministra



A audição de hoje da ministra da Educação no Parlamento foi adiada sem data, depois de uma «indisposição física» de Maria de Lurdes Rodrigues, informou o presidente da comissão de Educação e Ciência, António José Seguro.

Na comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, António José Seguro disse aos jornalistas que a ministra não ia poder comparecer devido a uma «indisposição física», tendo então os deputados decidido adiar a audição, «desejavelmente» ainda para esta semana.

«Se não for esta semana, vamos tentar que seja na próxima»
, acrescentou o deputado socialista.

A presença da ministra da Educação no Parlamento foi marcada na sequência de um agendamento potestativo do PCP. O tema principal da audição deverá ser a avaliação de desempenho dos professores, cujo regime simplificado foi a semana passada prorrogado pelo Governo.

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É o que faz andar com más companhias, digo eu. Vamos a certos sítios, comemos qualquer coisa estragada, e depois...


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Olha aqui a Milú...


Ministra da Educação?! Ou da Educação?

«Ai, que horror! Não basta os Professores, ainda tenho que gramar os jornalistas? Deixem-me passar, senão vou ali chamar os meus cães! Valter, Pedrosa, Albino: mordam, mordam...»