domingo, 20 de Dezembro de 2009
sábado, 19 de Dezembro de 2009
A última de Berlusconi
Quando as coisas não vão bem...
Damos por nós a amaldiçoar tudo e todos, como se alguém fosse culpado da nossa ineptitude.
Que fazer nestas circunstâncias?
Da «A Vida de Brian» dos meus idolatrados Monty Python, aqui tenho um bom exemplo que costumo seguir e recomendo vivamente.
Some things in life are bad
They can really make you mad
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle
Don't grumble, give a whistle
And this'll help things turn out for the best...
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
If life seems jolly rotten
There's something you've forgotten
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps
Don't be silly chumps
Just purse your lips and whistle - that's the thing.
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
For life is quite absurd
And death's the final word
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin - give the audience a grin
Enjoy it - it's your last chance anyhow.
So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath
Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you.
And always look on the bright side of life...
Always look on the right side of life...
(Come on guys, cheer up!)
Always look on the bright side of life...
Always look on the bright side of life...
(Worse things happen at sea, you know.)
Always look on the bright side of life...
(I mean - what have you got to lose?)
(You know, you come from nothing - you're going back to nothing.
What have you lost? Nothing!)
Always look on the right side of life...
sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Surfando na Blogosfera...
«Coisas Muito Peculiares – 2
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quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
Há sempre uma primeira vez para tudo!
quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Brrrrrr....

Pois é, o anticiclone dos Açores deve ter feito das suas, pois não está a trabalhar devidamente. Não bastava esta frente fria e ainda por cima tinha que mandar aquela enxurrada autêntica dos céus para os pobres dos ilhéus... Apetece dizer que «santos da casa não fazem milagres»... ou então «já não se fazem anticiclones como antigamente»!
À custa da H1N1, as escolas são um autêntico tratado de palermice. Senão, vejamos.
Há colegas muito «cuidadosos» que adoram abrir janelas por dá cá aquela palha. Dizem que os virus não se propagam no frio! (e sempre podem ir dar uma voltinha lá fora, digo eu)
Claro que todos sabemos isto, mas deviam verificar a outra face da questão: os miúdos andam a cair que nem tordos com... (não, não é a gripe A, felizmente) simples constipações!
São mais que muitos. 2, 3, 6, 7 por turma. Basta interrogarem quem com eles convive diariamente.
Enfim, paranóias dos deuses!
Valha-nos o novel folhetim dos dentes partidos de Berlusconi. Humanamente, condeno. Politicamente, ele já as andava a pedir! Há muito tempo!

PS: Quanto tempo falta para acabar os 30 dias? Serão dias úteis? Mistérios... Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos.
domingo, 13 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Olha se a moda pega...
Subscrevo e assino por baixo, com o selo do Papagaio.
Sinto a falta do cheiro...
in Ecos do Sor
Natural de Cercal do Alentejo, de 56 anos de idade, António Manuel Santos Parreira faleceu no Hospital de Castelo Branco, a 10 de Novembro depois de dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC). Foi a sepultar no Cemitério de Proença-a-Nova, no dia seguinte, Dia de São Martinho. Vendeu castanhas no Largo da Igreja, em Ponte de Sor durante cinco anos. Serralheiro de profissão, era casado e deixa dois filhos, emigrantes em Itália.
Comentário:
Nunca fui grande apreciador de castanhas, mas adorava passar pelo Largo da Igreja, entrar no fumo e sentir o cheiro das castanhas a assar!
Dos poucos contactos que tive com o casal, noto a simpatia com que alimentavam o «vício» dos consumidores.
A foto que apresento acima foi tirada no último dia de 2007, pelas 19 horas.
...Sinto-lhes a falta. E Ponte de Sor ficou mais pobre.
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quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Spot The Looney!...

29 de Junho de 2009
paçei o 5º anuh. A p*ta da stora de mat, k é a nossa dt, n m kria deixar paçar pk eu tnh nega a td menus a ginástica, pk jogo bem há bola, e o crl... mas a gaija f*deu-se puke a ministra da idukaxão mandou dizer ao ppl k penxam q mandam aí nas xkolas masé pabaixarem os kornos k tds os socios com menos de 12 anus teiem de paçar... axu bem.
29 de Junho de 2010
passei o 6º anuh. ainda bem q ainda n fiz 13 anus, q ódpx podia n passar, qesta cena de passar com buéda negas é só até aos 12... f*da-se, fiquei buéda f*dido na m*rda deste ano, e ó c*ralho, o pan*leiro do stor d educassão física deu-me a m*rda do 2... assim tive nega a tudo... ainda bem q a ministra da iduqaxão é porreira, ela é q é uma sócia sbem: a xqola n serve pa nada, é uma seca. tive q aprender que os K's se escrevem Q, qomo em "xqola" e não "xkola", e que "passar" não é qom Ç... a xqola é porreira só pa qurtir qas damas qd gente se balda...
29 de Junho de 2011
Passei o 7º ano. Exte anuh ia chumbando pq tive nega a qase td menos a área de projetuh, mas aqela cena tb é facil, n se fax nd... Exte anuh a dt disse-me q eu passava pq tinha aprendido qas fraxex qomexam qom letra maiúscula e pq m abituei a exqrever qom Q em vez de K, tipuh agora ja xei xqrever "eu qomo qogumelos qom quentruhs" em vez de "eu komo kogumelos kom kuentruhs". É fixolas, pode xer qum dia venha a ser um gamela famôzo...
29 de Junho de 2013
Passei o 9º ano. Foi buéda fácil, pqu a prof paxou-me logo. Fui ao quadro xqurever uma sena em qu dezia tipuh "aquela janela", e eu exqurevi "aqela janela", pqu dixeram-me qu n se xkqureve "akela", é quom Q e não quom K. Mas a profs desatinou quomiguh e dixe qu eu tnh qu pôr o U à frente do Q... Pur ixu exte anuh aprendi qu o Q leva U à frente. No próximuh anuh é o 10º, vou pá sequndária...
29 de Junho de 2014
Aquabei o 10º ano. Não foi muituh difícil só tive que aprendermos a não exqureverem quom aberviaturas purque nem todas as palavras xe puderam aberviar mas ixtu foi uma bequa para o quompliquado purque quom esta sena do QU em vex de K e das aberviaturas exqueceram-me de quomo é que se faxião os verbuhs nos tempuhs e nas pexoas, ou lá o que é... Mas a prof disse tass bem que no prócimo anuh a gente vê ixu.
29 de Junho de 2015
Passou o 11º ano. Foi mais fácil que o 10º. Aprendi que as frases devem ser mais qurtax. E aprendi também que "ano" não esqureve "anuh". Axo que no prócimo ano vai ser mais difícil. Purque a xeguir é a faquldade.
29 de Junho de 2016
Acabou o 12º. Fiquei buéda confuso porque tive de aprender a diferenxa entre usar o QU e o C, tipo "esCrever" e não "esQUrever". Quando eu usava o K era buéda mais fácil... A prof de português é buéda religiosa e anda a ouvir vozes de deus, porque dixe-me que eu não merexia passar, mas "xão ordens lá de xima"...
29 de Junho de 2017
Já fiz o primeiro ano da faculdade. Estou em ingenharia cevil na universidade lusófona. Tive um stor buéda mal iducado que me disse que eu era um ignorante porque às vezes escrevia com X em vez de CH, S ou C. Mas o meu pai veio cá com uma moca de rio maior e chegou-lhe a rôpa ao pelo. E depois fomos fazer queixa do gajo e a ministra despediu-o porque o gajo, não sei quê, parece que quis vir estragar aqui um muro nosso. Mas não sei essas senas. O meu pai é que me explicou uma cena qualquer de "danos murais"... O que é bom é que a ministra da iducação continua a mandar aqui nestes sócios da faculdade para eles não levantarem a garimpa contra nós.
29 de Junho de 2019
Acabei a minha licenciatura porque a ministra da iducação disse que tinhamos que passar sempre mesmo que não tivessemos notas, para não ficarmos astigmatizados. Acho que é uma cena que dá nos olhos quando se estuda muito. Agora vou fazer um mestrado e disseram-me que, quando acabar, vou ficar mestre. Eu quero ser de Kung-Fu.
29 de Junho de 2021
Já sou mestre. Afinal não sou de Kung Fu, sou de engenharia cevil. Os meus profs disseram que eu não devia estar em mestrado porque ainda não estava preparado, mas eu disse que o meu pai tinha uma moca de rio maior e que era amigo da ministra e já tinha mandado um bacano da laia deles para a rua e eles calaram-se. Agora vou fazer um doutoramento, porque a ministra da iducação diz que se não deixarem um aluno fazer o doutoramento só por causa das notas, ele fica com a auto-estima em baixo e isso perjudica a aprendizajem.
29 de Junho de 2023
Sou doutor. O meu orientador da tese ficou muito satisfeito porque eu já não dou erros ortográficos: ao longo destes dois anos, aprendi a escrever "engenharia civil" em vez de "ingenharia cevil" e também porque aprendi que a ministra é da "educação" e não da "iducação", mas lê-se assim. Entretantos casei. A minha dama chama-se Sónia e os pais dela ficaram muito felizes por ela ir casar com um doutor em engenharia civil. Ela não sabe ler nem escrever: só fez até ao 2º ano da licenciatura e depois foi trabalhar para o Minipreço. Já tá grávida.
29 de Outubro de 2023
Nasceu o meu filho! Chamei-lhe Júnior porque ele é mais novo que eu.
29 de Agosto de 2029
O Júnior vai fazer 6 anos daqui a 2 meses. Devia entrar para a escola este ano, mas estive a pensar muito bem e não o vou pôr na escola. Ele não precisa daquilo para nada, aprende em casa. Eu ensino-lhe a ler, que sou doutor, e a mãe ensina-lhe a fazer contas, que é caixa no Minipreço. A escola não vale nada. Acho que o sistema de ensino hoje em dia é uma m*rda. No meu tempo é que era bom.
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
O Manual mais pequeno do mundo sobre a sobrevivência dos Professores
1. Não queiras salvar o Mundo.
O Mundo não tem salvação.
Os humanos têm tratado tão mal a mãe natureza que ela vai agradecer quando os humanos derem cabo de si próprios.
2. Não entres na escola com a ideia peregrina de que a tua missão é salvar adolescentes.
Há muitos jovens que não têm salvação. Quando chegam à escola já estão perdidos.
Não te sintas culpado pela perdição dos outros.
As culpas da perdição têm de ser distribuídas pelos estadistas/políticos e pelos pais.
Os primeiros porque não sabem governar o país; apenas sabem governar-se.
Os segundos porque colocam o amor próprio e os interesses pessoais à frente dos interesses dos filhos.
E vai daí, passam a vida a fazer asneiras.
3. Se vires alguém com fome, compra-lhe uma sandes.
Mas não tenhas a pretensão de querer resolver o problema da sua pobreza.
4. Não fales nas aulas sobre sexo e política.
Concentra-te nas tuas matérias e lembra-te de que ensinar bem é a coisa que melhor podes fazer para ajudares os jovens a serem bem sucedidos.
5. Não queiras ser engraçado(a) nas aulas nem queiras passar por humorista.
Lembra-te de que estás a falar para 25 alunos que têm telemóveis com câmara fotográfica e gravadores de áudio e vídeo.
6. Não queiras fazer-te passar por irmão mais velho, amigo, pai ou mãe dos alunos.
Sê simplesmente Professor: um profissional com elevada competência técnica e científica que é pago para ensinar.
Quando se ensina bem, está-se a educar. A educação é uma camada que se sobrepõe à instrução. A tua tarefa principal é instruir.
A educação vem por acréscimo. É um bónus.
7. Não fales sobre a tua vida privada com os alunos.
Lembra-te que não és pai nem mãe dos alunos. Tão pouco és irmão.
Nem sequer és um amigo.
Tu és um profissional.
8. Não queiras entrar na intimidade dos teus alunos.
Ouve-os quando eles se dirigem a ti para falar sobre os seus problemas pessoais, mas ouve apenas. Não digas nada.
Se for caso disso, encaminha-os para os Serviços de Psicologia e Orientação - Psicólogo escolar.
Se for assunto que possa ser tratado pela escola, manda-os falar com o Director de Turma.
9. Guarda a ternura para os teus filhos.
Não caias na tentação de consolar os jovens com carícias, ainda que inocentes.
Sê cuidadoso(a)!
Há jovens que fazem uso da maldade pura.
10. Cuidado com as conversas com os pais.
Trinca a língua antes de falar.
Diz somente o que for realmente necessário. Limita-te à descrição dos factos.
Poupa nos adjectivos.
Não faças juízos de valor.
Não tenhas nunca a pretensão de pensar que os pais dos alunos são teus amigos.
E nunca tomes o partido dos pais contra os teus colegas. Lembra-te que os pais passam, mas os teus colegas vão estar ao teu lado durante pelo menos 40 anos!
Tem uma boa vida!
Ramiro Marques in ProfBlog
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A propósito do nosso Aeródromo...
As obras seguem a bom ritmo, apesar das contestações feitas por ecologistas e demais autoridades. Claro que não estou muito bem dentro de todos os tramites e desenvolvimentos, mas parece-me, no mínimo, esquisito o quase total arrasamento (nem sei se a palavra existe...) de tão vasta área de árvores e vegetação! E não faço comentários sobre o deslocamento de terras da obra para o leito da barragem... criando (ilegalmente!) mais área de possível construção para favorecer terceiros!
Do que vou falar mesmo é do que poderá significar o Aeródromo para todos nós.
As obras de alargamento da pista principal irão dotar o Aeródromo de um total de 2.2 km de pista (segundo mediações «científicas» que fiz... com o meu carro!). Para terem uma ideia, basta compararem com as pistas dos Aeroportos internacionais de Lisboa e Porto, que têm, no seu máximo, pouco mais de 3500 metros. Não sendo um especialista de aviões, creio que 2200 metros já são um comprimento considerável para aeronaves, digamos, mais de carreira, tipo Airbus dos mais modestos. Estarei errado? Por favor, corrijam-me.
E pergunto eu: Por que não aproveitar o nosso Aeródromo e sonharmos um bocado mais?
Eu explico. Já sabemos que Alcochete é caso encerrado, vai avançar e pronto. O novo aeroporto irá nascer, será uma realidade, daqui por uns anos. A sua dimensão será a de qualquer aeroporto internacional, obviamente.
Quem acompanha o progresso dos transportes, sabe que, no que concerne à aviação, há um desenvolvimento de alternativas às grandes companhias de transporte aéreo. Falo, claro, das companhias «low cost».

Para quem não sabe, as companhias «low cost» funcionam de acordo com a sua denominação, ou seja, com baixo custo. Conseguem essa redução cortando tudo o que é supérfluo:
- refeições no avião, só pagas;
- jornais, quem os quiser que pague;
- pouca exigência na limpeza das aeronaves;
- pessoal de cabina, só o indispensável;
- se levar mais bagagem (além da de mão) tem de pagar uma sobretaxa (eu sei, que já paguei um balurdio por uns quilinhos a mais)
- não têm balcões de atendimento nos aeroportos;
- cada um faz o seu check-in;
- os bilhetes são comprados pela internet;
- e, o mais importante, para evitarem as avultadas taxas de aeroporto, só utilizam aeroportos secundários!
E é aqui que nós entramos:
Por que não propor o nosso aeródromo para crescer um pouco mais e ser um aeroporto secundário?
(...e é aqui que os velhos do Restelo e as almas cínicas se começam a rir e a dizer que, além de daltónico, sou maluco!)
Ponte de Sor, propondo-se para Aeroporto secundário, daria um grande passo rumo ao Futuro, desenvolvendo a cidade, o concelho e todo o Alentejo. E tudo o mais que dependesse deste facto. O desemprego poderia ser minorado, a restauração e a hotelaria, outras industrias, o turismo, etc etc etc...
Ora reparem: em linha recta, o nosso Aeródromo ficará a cerca de 70 km do futuro Aeroporto de Alcochete (segundo medições com o Google Earth).
Comparemos com outras cidade europeias: o Aeroporto Charles de Gaulle dista cerca de 25 km da cidade de Paris; Heathrow sensivelmente o mesmo de Londres; Gatwick, aeroporto secundário de Londres, 50 km; Gardemoen, aeroporto de Oslo, 50 km do centro da cidade; Barajas, em Madrid, 20 km...
Poderia continuar a dar muitos exemplos, mas o que é um facto é que em termos de aviação, 70 km é «vou ali já venho»!
Se alguém responsável da autarquia quiser pegar na ideia, força, têm o meu apoio. Dispenso os direitos de autor! Se acharem que é uma ideia idiota, então adeuzinho até amanhã!
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terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Mundovisão Americana
E esperemos que «Obama y sus muchachos» consigam agir como verdadeiros lideres de um mundo mais saudável, mais sustentável e que não fiquem, simplesmente, a olhar para o seu umbigo!
Felizmente que Sócrates não vai lá estar. Porque senão era um "ver se te avias" a vender Magalhães... E de vergonhas estamos todos fartos!

As propostas do Ministério...
1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação:
· Alterar o modelo de avaliação (constante do Estatuto da Carreira Docente e seus diplomas regulamentares) e não apenas o respectivo regime transitório;
· Reforçar a dimensão formativa da avaliação; salvaguardar uma avaliação diferenciadora da qualidade dos desempenhos, valorizando o mérito através de consequências efectivas no desenvolvimento da carreira; garantir condições acrescidas para o reconhecimento da legitimidade dos avaliadores, em articulação com a extinção da figura dos professores titulares; simplificar os procedimentos de avaliação; promover uma avaliação mais justa.
2) Objectivos essenciais do processo de avaliação:
· Melhorar a qualidade do serviço educativo e do desempenho docente;
· Valorizar o trabalho e a profissão docente;
· Identificar as necessidades formativas para um melhor desempenho;
· Promover a prestação de contas quanto ao exercício da actividade profissional;
· Assegurar instrumentos de desenvolvimento profissional e mecanismos de progressão na carreira que promovam, reconheçam e valorizem o mérito, estimulando o bom desempenho.
3) Dimensões a avaliar:
· A avaliação incide sobre as seguintes dimensões do desempenho profissional dos docentes:
* profissional, social e ética;
* desenvolvimento do ensino e da aprendizagem;
* participação na escola e relação com a comunidade;
* desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida.
4) Quadro de referência da avaliação:
· Objectivos e metas do projecto educativo e dos planos anual e plurianual de actividades da escola ou agrupamento;
· Objectivos individuais facultativos, quando o avaliado pretenda ver pré-fixados os termos do seu contributo individual para os objectivos supra-referidos que relevam para a avaliação.
5) Periodicidade da avaliação:
· A avaliação desenvolve-se em ciclos de dois anos lectivos.
6) Procedimentos e instrumentos de avaliação:
· Os instrumentos essenciais de avaliação são o Relatório de Auto-avaliação e, quando for o caso, a Observação de Aulas;
· O procedimento de avaliação pode ser precedido da fixação de objectivos individuais, se tal for requerido pelo interessado;
· O procedimento de avaliação é constituído por três elementos:
* apresentação de um Relatório de Auto-avaliação pelo próprio docente;
* observação de pelo menos duas aulas por ano escolar (quando o docente a solicite) e registo da respectiva avaliação;
* ficha de avaliação global e atribuição da classificação final.
· O Relatório de Auto-avaliação é apresentado pelo próprio docente, sujeito a regras que simplifiquem a sua elaboração e definam padrões mínimos de uniformização. Este Relatório inclui, em Anexo, os necessários registos de assiduidade e de grau de cumprimento do serviço distribuído ou de participação em projectos e actividades, a fornecer pelo órgão de direcção da escola, bem como os certificados comprovativos da formação contínua ou especializada concluída e dos graus académicos obtidos ao longo do ciclo em avaliação. O Relatório de Auto-avaliação inclui, ainda, uma proposta de programa de formação complementar;
· A Observação de Aulas apenas tem lugar a requerimento dos interessados, constituindo condição necessária para o acesso às classificações de Muito Bom e de Excelente, bem como para o acesso ao 3º, ao 5º e ao 7º escalão (neste último caso apenas se o docente nunca tiver tido as suas aulas observadas ao longo da sua carreira), sem prejuízo dos demais requisitos aplicáveis e do regime especial para os docentes que não tenham serviço lectivo distribuído;
· Cabe ao avaliador designado para a Observação de Aulas proceder ao registo da respectiva avaliação, para efeitos de consideração no âmbito da avaliação global;
· A ficha de avaliação global sintetiza e pondera todos os factores relevantes para a avaliação - funcionais, pedagógicos ou outros - e regista a atribuição da classificação final.
7) Avaliadores:
· A avaliação dos docentes é coordenada em cada escola ou agrupamento por uma Comissão de Coordenação da Avaliação, constituída no âmbito do Conselho Pedagógico. Essa Comissão é composta pelo Presidente do Conselho Pedagógico, que preside, e quatro outros docentes do Conselho Pedagógico. Nesta Comissão estão obrigatoriamente representados todos os níveis de ensino existentes na escola ou agrupamento;
· A avaliação dos docentes compete a um Júri de Avaliação;
· O Júri de Avaliação tem uma composição fixa e um elemento variável, consoante o docente avaliado;
· Na sua componente fixa o Júri de Avaliação coincide com a Comissão de Coordenação da Avaliação, constituída no âmbito do Conselho Pedagógico;
· Na sua componente variável, o Júri integra ainda um outro docente, com funções de Relator, a designar pelo Coordenador do Departamento Curricular a que pertença o avaliado;
· O Relator tem de pertencer ao mesmo grupo de recrutamento do avaliado e não pode ter um posicionamento na carreira inferior ao deste. Quando se trate de avaliar o docente com posicionamento mais elevado na carreira, o Relator será o próprio Coordenador do Departamento, se este pertencer ao mesmo grupo de recrutamento, ou, se não for esse o caso, o docente do mesmo grupo com posição na carreira mais próxima da do avaliado;
· Compete ao Relator proceder à Observação de Aulas – se a ela houver lugar - e ao respectivo registo, bem como apreciar o Relatório de Auto-Avaliação, assegurar uma entrevista individual com o avaliado se este a requerer e, subsequentemente, apresentar ao Júri de Avaliação uma proposta de ficha de avaliação global e de classificação a atribuir;
· Compete também ao Relator manter uma interacção permanente com o avaliado, tendo em vista potenciar a dimensão formativa do processo de avaliação;
· Compete ainda ao Relator, tendo em conta a proposta do avaliado, propor ao Júri de Avaliação a aprovação autónoma de um programa complementar de formação, cujo cumprimento é ponderado no ciclo seguinte de avaliação;
· O Júri pode emitir recomendações destinadas à melhoria das práticas pedagógicas e à qualificação do desempenho profissional;
· O Júri decide por maioria simples, tendo o seu Presidente voto de qualidade;
· A atribuição de responsabilidades no processo de avaliação é reservada aos docentes posicionados a partir do 4º escalão da carreira, preferencialmente detentores de formação especializada e, de entre eles, sempre que possível aos docentes dos dois últimos escalões que tenham optado pela especialização funcional correspondente. Por motivo justificado, a designação pode recair em docentes posicionados no 3º escalão, desde que possuam formação especializada para o desempenho das funções de avaliação;
· Será desenvolvido um Programa de Formação Especializada para Avaliadores, de acordo com os termos de referência a apresentar pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
8) Recurso:
· Da decisão do Júri de Avaliação cabe recurso para um Júri Especial de Recurso, composto pelo Presidente do Conselho Pedagógico, o Relator e um docente da escola ou do agrupamento indicado pelo próprio professor avaliado.
9) Sistema de classificação e efeitos da avaliação:
· O sistema de classificação mantém as menções qualitativas de Excelente, Muito Bom, Bom, Regular e Insuficiente e respectivos mecanismos de garantia da diferenciação dos desempenhos;
· Os efeitos da avaliação continuam a assegurar a valorização do mérito no ritmo e nas condições de progressão e desenvolvimento da carreira, sem prejuízo das adaptações necessárias à extinção da figura de professor titular;
· As classificações de Muito Bom e de Excelente garantem, em condições a regular, a transição de escalão, independentemente de qualquer contingentação de vagas;
· O processo de avaliação integra e valoriza, de modo específico e autónomo, a identificação das necessidades formativas, a definição de programas de formação complementar e o seu devido cumprimento.
10) Acompanhamento
· O processo de avaliação é objecto de acompanhamento pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores;
· A avaliação externa das escolas aprecia também a execução do processo de avaliação do desempenho;
· O Ministério da Educação assegura a existência de um Gabinete de Apoio à Avaliação que, ao nível central, garante o apoio técnico e o aconselhamento necessário à boa execução do processo de avaliação.
PRINCÍPIOS DA REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DA SUA ARTICULAÇÃO COM A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
1) Estruturação da carreira docente:
· Carreira única para os educadores de infância e para os professores dos ensinos básico e secundário
· Carreira com uma única categoria, sem divisão entre professores titulares e não titulares;
· Desenvolvimento da carreira em 10 escalões;
· Especialização funcional facultativa nos dois escalões do topo da carreira, para as funções de supervisão pedagógica, de gestão da formação, de desenvolvimento curricular e de avaliação, acessível, sob candidatura, aos docentes que possuam formação específica adequada.
2) Ingresso na carreira:
· Ingresso na carreira dependente de qualificações adequadas, mérito e selectividade;
· Selectividade no ingresso na carreira realiza?se através de uma prova pública de acesso e da aprovação no final de um período probatório de um ano, em que é obrigatória a observação de aulas e a avaliação da prática docente não lectiva.
3) Progressão na carreira e sua articulação com a avaliação de desempenho:
· Acesso ao escalão imediatamente superior mediante a conjugação dos seguintes elementos: tempo de serviço, formação contínua ou especializada e mérito traduzido na classificação obtida na avaliação de desempenho, sem prejuízo da dimensão também formativa da avaliação;
· O sistema de classificação e o regime dos efeitos da avaliação de desempenho continuarão a assegurar consequências efectivas da avaliação nas condições e no ritmo de progressão na carreira, sem prejuízo das adaptações necessárias à nova estruturação da carreira docente;
· Independentemente dos normais ciclos de avaliação de dois anos, a avaliação com observação de aulas é condição de acesso ao 3º e ao 5º escalão, bem como ao 7º escalão quando tal observação não tenha tido lugar em nenhum dos ciclos anteriores. Se ao docente não estiver distribuído serviço lectivo, a avaliação requerida para o acesso aos escalões referidos inclui um relatório elaborado pelo director da escola;
· As condições de progressão na carreira promovem a necessária selectividade da progressão, como forma de estimular e premiar um melhor desempenho, mediante a fixação anual de vagas para acesso ao 3º, ao 5º e ao 7.º escalão.
4) Distribuição de responsabilidades funcionais:
· A atribuição de funções de coordenação, orientação, supervisão pedagógica e avaliação são reservadas aos docentes posicionados a partir do 4º escalão da carreira, preferencialmente detentores de formação especializada e, de entre eles, sempre que possível aos docentes dos dois últimos escalões que tenham optado pela especialização funcional correspondente;
· A Direcção de cada escola poderá, por motivo justificado, designar para as funções referidas no ponto anterior docentes posicionados no 3º escalão, desde que possuam formação especializada para o desempenho das funções em causa.
5) Regime transitório:
· Transitoriamente, aos docentes que actualmente se encontram posicionados nos índices 299 e 340 aplicam-se as regras de progressão previstas no Decreto-Lei n.º 270/2009.
sábado, 5 de Dezembro de 2009
Vamos imaginar...

Vamos imaginar que Armando Vara não tem nada a ver com corrupção, que afinal a «Face Oculta» não é mais que uma troca de ferro velho entre amigos...
Vamos imaginar tudo isto e interrogue-mo-nos:
- Será por Sócrates ser tudo menos uma pessoa séria?
- Que se arma em arauto da perseguição política?
- Que conseguiria vender frigoríficos a esquimós no Polo Norte?
Mas que desilusão, meus amigos!
Corrupção na Política? Já vi um porco a andar de bicicleta, e por isso...
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Uma Sugestão para o Fim-de-Semana...
- Eu digo-te, tu dizes-lhe, ele diz-lhes...
Em primeiro lugar, quero agradecer ao Hzolio que me deu a sugestão dum blogue que é mesmo de partir o carolo!
Reparem no ponto de partida do blogue:
Há um sujeito (o autor, o meu blogo-colega Mário Augusto Dias) que, perante coisas tão triviais do dia a dia, envia para as mais diversas entidades e-mails, que são mesmo respondidos. Ele é para o Pingo Doce, para a IURD, Câmaras Municipais, Revista Sábado... Só visto!!
Aviso desde já que o blogue, Mail de Um Louco, é viciante e provoca dependência! E dá para darmos umas valentes gargalhadas!
Natal, Século XXI...
Para os pais que andam a partir a cabeça sem imaginação para uma prendinha para os seus petizes, que tal um RoboBuilder?
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
Hoje não me sinto tão verde assim...

Folheando «a Bola», é só novidades para o Futuro. Atentem:
1. Mexer está certo!
Vem aí um novo jogador para o Sporting. Cuidem-se, adversários!
Depois de tanto tempo paradinho, o Sporting contratou o Mexer, jogador moçambicano.
Graças a Deus, digo eu. Depois de terem contratado um jogador que Caicedo e outro que é um Angulo cego, haja alguem que ponha a equipa a mexer!
2. Zainadine Júnior experiência!
Fiquei perplexo! Queres ver que vem aí o filho do Zinedine Zidane?
Não! Parece que este Zainadine (é assim mesmo o seu nome) é colega do Mexer. São ambos defesas centrais, o que, numa equipa como o Sporting, dá sempre jeito!
3. Zemmama na órbita!

4. E finalmente, a cereja no topo do bolo:
O Sporting empatou com os holandeses do Heerenveen!!!!

Dlim, dlão, repiquem os sinos...
Após um jogo... zzzzzzzzzzzzz... interessante, o Sporting conseguiu um extraordinário resultado, embalado pelo empate que conseguiu frente ao Benfica! (mesmo que tenham dado 12 pontos ao Javi Garcia e umas pedradazitas no autocarro!)
quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
Portugal, 1 de Dezembro de 2009
Lisboa quer a terceira, nós avançamos para a segunda! Ora toma!!
A notícia vem daqui.
Ponte de Sor vai receber projecto que une arte e engenharia
Em declarações ao «Ciência Hoje», o artista explicou que o “carácter inovador” desta ponte, que será pedonal, está em “utilizar a estrutura tubular”.
“O tubo é uma estrutura autoportante”, diz, acrescentando que para este caso “foi elaborado com um complexo sistema de treliças que, de certa maneira, se suportam a si mesmas”. Esta solução permite “não recorrer a inestéticos pilares, mantendo a ponte totalmente suspensa por cima do pano de água”.
Leonel Moura afirma que, usualmente, “as pontes são pensadas somente em termos de estabilidade estrutural e custos”, sendo rara a “atenção à criatividade estética”. A inovação desta ponte, acredita, está também neste facto: “Penso que não existe nenhuma outra ponte em Portugal desenhada por um artista”.
A nova ponte, cuja construção começará no início de 2010, destina-se a servir as populações da margem esquerda do rio Sor que se deslocam ao centro da cidade. Embora pedonal, foi concebida de forma a poder ser atravessada igualmente por bicicletas e motociclos (conduzidos à mão).
O artista teve em consideração o enquadramento paisagístico da obra, nomeadamente a requalificação urbana que tem sido efectuada pela autarquia na zona ribeirinha. “Considerei que uma nova ponte, em tal contexto, devia ser mais do que uma simples estrutura de atravessamento, para se tornar num elemento de valorização do local”.
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Olhó «Olho do CUco»...
Para conseguir ver o resto da reportagem, vá até aqui.
Porque ela anda aí...
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Antes que seja tarde demais!
O futuro da vida na Terra estará aqui em questão: Que Planeta queremos deixar aos nossos filhos?
Para que o nosso planeta não fique assim:
Mais um pouco de Ecologia cá à moda do burgo...
Na passada Sexta feira, noticiava o Expresso online aqui:
«Nem a chuva intensa impediu a plantação de quatro mil árvores.
Dois dias antes do Dia da Floresta Autóctone, e debaixo de chuva intensa, cerca de meia centena de pessoas juntaram-se na Samardã para plantar quatro mil árvores, uma iniciativa para "a promoção e conservação das florestas naturais" apadrinhada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza.
(...)
Em comunicado, a CGD contabiliza que, no mesmo dia, no âmbito do projecto de recuperação da floresta original portuguesa, foram plantadas 15 mil árvores em sete localidades diferentes (Baião, Cadaval, Grândola, Ponte de Sôr, Portalegre, Sabugal e Vila Real), acções que contribuíram para que o projecto da "Floresta Caixa" já tenha ultrapassado as 107 mil plantas, "entre espécies arbóreas e arbustivas autóctones, colocadas em terrenos de Norte a Sul do país". (...)»
Ainda pensei que algumas dessas árvores viessem para o Jardim do Monte da Pinheira, do qual já falei aqui no blogue, na passada Segunda Feira.
Na altura, não tinha fotos, mas para que os meus leitores me percebam como é possível existir um jardim sem árvores, aqui deixo algumas fotos, de fraca qualidade, mas que dão para perceberem bem do que falo.
Eis uma panorâmica do jardim, relva verde mas nada de árvores. Embora o verde pareça desmaiado, posso garantir que a qualidade da relva não é má de todo.

Pormenor do caminho que atravessa o jardim. Nos dias de verão, a sombra dos candeeiros é muito apreciada!
A zona central tem bancos ao seu redor, que não parecem estar no melhor estado de conservação.
Sobre esses bancos, está uma estrutura composta por vigotas, que penso servirem, num futuro próximo (século XXII?) para plantas trepadeiras. O desalinhamento que se vê na foto não é nenhum arranjo estético, são mesmo algumas vigotas que se encontram soltas (sim, soltas!), e que se podem mover facilmente, empurrando-as. Qualquer criança que se empoleire poderá, inadvertidamente ou não, derrubar alguma peça. E se cair em cima de alguém? A quem se deverão pedir explicações?
Por isso, aviso os pais que deixam as suas crianças brincar naquele jardim para terem cuidado ou queixarem-se a quem de direito.
Para terminar, somente um pequeno comentário.
Todos sabem que a blogosfera é um mundo de partilha, um copy-paste constante, «eu roubo-te a ti e tu roubas-me a mim...» por isso é frequente irmos buscar posts a outros blogues e vermos os nossos noutros. São as regras do jogo e ainda bem que assim é.
Um dos blogues mais conhecidos da nossa zona é o pontedosor.blogspot.com, que por vezes, reconhece algum valor às patacoadas que aqui vou escrevendo e resolve publicá-las.
O post de que falei na segunda feira, «Hoje Sinto-me Verde!...», foi publicado nesse blogue.
Houve um comentário dum Anónimo (são sempre anónimos, mas de cara bem conhecida!) em que me chamava "demagogo". Dizia o citado comentarista:
«ja sei porque é que este país está tão atrasado.
É por ter demagogos destes como professores!!!»
O que é um facto é que a opinião pública de Ponte de Sor é assim: insulta, refila, mas são muito pouco assertivos. Insulta-se quem tenha a veleidade de ter uma opinião, mas sem se refutar nada do que fora afirmado. Não se vai à raiz do problema, pois a cobardia está latente nessas pessoas. E as colunas direitas são um bem em vias de extinção!
Se alguém me dissesse «eh pá, isso é treta, pois o novo conceito de jardins é assim, sempre se poupa água na rega das árvores, por isso estás a ser demagogo». Se alguém me dissesse isso, eu reconsideraria, mas insultar simplesmente dizendo que este país está atrasado, por ter professores demagogos como eu...
Deve ser algum adiantado mental!
E fim da polémica!
domingo, 29 de Novembro de 2009
sábado, 28 de Novembro de 2009
Solução Anti-Hooligans...
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Os novos Dez Mandamentos (o Saramago que me perdoe...)
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
As estatísticas tramaram-nos...
Quero acreditar que tudo aquilo foi uma coincidência do caraças, que não é nada derivado da vacina. Mas que preocupa, ai isso preocupa. Como preocupará todas as grávidas sujeitas à vacinação.segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Hoje sinto-me verde!...
Sinto-me verde, que é o mesmo que sentir-me ecológico. Pois hoje, dia 23 de Novembro, celebra-se em toda a Península Ibérica o
Mas que raio de palavra, «autóctone»... Entaramela-se-me na língua... mais parece alemã! Segundo os livros, «floresta autóctone» é uma floresta composta por árvores originárias do mesmo território. Portanto, nada de misturas.
E qual a importância das florestas autóctones? É simples de ver, senão observemos:
1) As florestas autóctones estão mais adaptadas às condições de solo e clima do território, sendo mais resistentes a pragas, doenças e a períodos longos de seca e de chuvas intensas, em comparação com as espécies introduzidas.
2) As florestas autóctones são componentes importantes no pastoreio de ovinos, na actividade apícola e no suporte aos cogumelos silvestres.
3) As florestas autóctones são importantes locais de refúgio e reprodução para grande número de espécies animais autóctones (alguns delas em vias de extinção, como a Águia-real, Águia de Bonelli, a Cegonha-negra ou o Lobo Ibérico).
4) As florestas autóctones ajudam a manter a fertilidade do espaço rural, o equilíbrio biológico das paisagens e a diversidade dos recursos genéticos.
5) As principais ameaças às florestas autóctone são incêndios, pragas, doenças, invasão por espécies não autóctones e cortes prematuros e desordenados.
Conforme podem facilmente constatar, «O Papagaio Daltónico» também é educação e cultura... Não é só «má língua», como muitos acusam!
Mas as palavras são como as cerejas, é verdade! Quando comecei a escrever este post não tinha a intenção de ser tão académico... Queria falar um pouco sobre o «Verde em Ponte de Sor».
Não! Não vou continuar a falar dos semáforos perto do estádio, pois parece que ninguém liga e as pessoas parece que gostam de estar assim. Vá lá saber-se...
O que queria aqui referir é que um dos motivos de chacota com que os meus amigos de fora costumam «picar-me» é a originalidade de, em Ponte de Sor, termos um... «Jardim de Pedra»! Para quem já viu um porco a andar de lambreta, poderá não fazer confusão, mas para quem goste de organização, equilíbrio, ordem e normalidade, convenhamos que não é habitual. Mas quem por cá passa saberá que Ponte de Sor é tudo menos... uma cidade habitual!
Continuando a falar de jardins, verdes e espaços ajardinados, que dizer do jardim que existe numa das zonas nobres e mais recentes da cidade, o Bairro do Monte da Pinheira? Para quem não saiba, é aquele bairro por detrás da Escola Secundária.
E qual será a originalidade desse... jardim? É simples. Continuando a falar da pouca... «habitualidade» de Ponte de Sor, da sua originalidade, que tal um jardim... sem árvores?!
Admirado? Então deixem-me explicar-vos e tentar descrever esse parque: uma zona central, com uma estrutura circular, formada por vigotas de cimento (algumas estão soltas, cuidado, pais!) que, penso eu, seriam para algum tipo de trepadeiras. Continuando, temos um parque infantil, pouco tratado, uma zona verde, com a relva frequentemente bem aparada (valha-nos isso!), dois caminhos a atravessá-la, com bancos de madeira, a necessitarem já de manutenção, que, em boa verdade poderá receber a sombra de alguns candeeiros que por lá estão, em dias de sol! Quanto a árvores, nada, zero, népia, nem autóctones, nem meio autóctones, nem transferidas, nada!
OK, já sei o que estarão a pensar: «se calhar o Bairro é novo, ainda não tiveram tempo de organizar o jardim...»
Pois, o Bairro é novo, começou a crescer há 15 anos... Se não chega para planear e executar, então não sei. Algumas das estruturas já precisam de reforma!
Por isso, meus amigos, anunciar plantações de árvores para comemorar o «Dia da Floresta Autóctone» pode ser muito bonito, mas não passará de uma grande hipocrisia se, no resto do ano, se manda às malvas (que também são verdes...) o resto das árvores e das zonas verdes do nosso concelho.
Para uma outra oportunidade, penso falar de outros dois membros da «classe verde» do nosso concelho: o sobreiro velhinho da Ervideira e as «arvores eléctricas» da Rua das Escolas!
Se por acaso, caro leitor ou cara leitora, tem algum exemplo que aqui queira deixar, força que ele aqui aparecerá.
Um abraço verde do Papagaio Daltónico.
sábado, 21 de Novembro de 2009
Sobre aulas de substituição e tudo...
Vamos ao que realmente interessa? Da inutilidade pedagógica das actividades de substituição
Pois... Já se esperava!
7. Pois gostaria que me explicassem se há alguma classe social onde se passa aquilo que vemos acontecer com os Professores: um professor com 8,1 tem Muito Bom e um outro com 8,3 tem Bom... Aconteceu na minha escola, aconteceu em qualquer escola!
- Freeport arquivado;
- Casa Pia arquivado (só o Bibi se vai tramar, pois é arraia miúda);
- Face Oculta arquivado (temos o Godinho, que também é arraia miúda... mas com brutos Mercedes!)
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Hmmm... Não sei, não!
Independentemente da razão que poderá assistir a qualquer proposta respeitante à discussão da avaliação de desempenho, na Assembleia, o que é um facto é que, a aproximação da proposta do PSD ao PS e toda a discussão «semântica» sobre suspensão e substituição, contribuíram para o abrir de brechas numa posição que estava bem definida e era límpida e cristalina: a abdicação e queda deste modelo de avaliação.«Depois deste exemplo na Educação, pedia-lhe que transmitisse uma mensagem aos seus colegas de Governo. Em vez de, permanentemente, atacarem os deputados, ouçam os deputados, ouçam o Parlamento.»
Será que disse mesmo isso!? É que não compreendo, uma vez que o anterior Parlamento era um exemplo de participação democrática, em que o Governo ouvia MESMO a Oposição... Ou já se esqueceu?
Hmmm... Não sei, não, mas a coisa não me cheira nada bem!
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Fotos curiosas...
Biblioteca Municipal de Praga, na Marianské Namesti, República Checa (Fev.2001) segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
O Semáforo Caído...

Era uma vez um semáforo.
domingo, 15 de Novembro de 2009
sábado, 14 de Novembro de 2009
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Da caixa de correio...

...e se era apanhado a limpar o "écran" com a manga da camisola, levava um "calduço".
...e se me queixasse em casa de que a professora me tinha dado umas reguadas (raramente o fazia e apenas se merecidas) ainda levava mais.
... e as escolas tinham um aspecto limpo (que ajudávamos a manter aos sábados de manhã - não era considerado trabalho infantil) não tinham grades nem sequer muros altos, e tinham uns canteiros de flores a que retirávamos as ervas daninhas uma vez por outra, sob orientação do/da professora também aos sábados de manhã. Chamavam-se actividades circum-escolares....
...e não havia processos de alunos e/ou pais contra professores que eram muito respeitados, por ajudarem a educar os filhos.


















































